Oração: é um enunciado (aquilo que a gente fala) organizado em torno de um verbo (uma frase com verbo, para simplificar).
Os termos essenciais da oração são o sujeito e o predicado (apesar de existir oração sem sujeito).
Quando na oração tiver sujeito, o verbo tem sempre que concordar com ele (chama-se concordância verbal).
O sujeito (termo da oração do qual a gente fala alguma coisa) pode vir no começo, no meio ou no fim da oração. Exemplos:
Eles chegaram cedo naquela manhã. (Ordem direta)
Naquela manhã, eles chegaram cedo. (Mesmo com o sujeito no meio, é chamada de ordem direta porque o sujeito vem antes do verbo.)
Chegaram cedo naquela manhã eles. (Ordem inversa)
O nó
Geralmente, as pessoas pecam na concordância quando falam (ou escrevem) na ordem inversa. Isso acontece porque as pessoas perdem o coitado do sujeito plural no caminho... Isso mesmo: "plural"!
Exemplo: Existe muitas coisas entre o céu e a terra.
(Observe que o verbo deveria estar no plural, pois o sujeito desta oração é o termo "muitas coisas".)
A Gramática é tão boazinha que quando o sujeito composto vem posposto ao verbo, em vez de concordar no
plural com a totalidade, o verbo pode estabelecer concordância com o núcleo do
sujeito mais próximo. Lembrando que isso é uma opção, e não uma
obrigação.
Exemplo: Faltou coragem e competência ao time, para vencer a partida. (Não esqueça: Faltaram coragem e competência ao time, para vencer a partida. Também está correta)
O porquê do post (Lembram dos porquês?)
Postagem do ótimo Blog do Torcedor (pode ser visto aqui: http://jc3.uol.com.br/blogs/blogdotorcedor/canais/noticias/2013/03/11/hugo_e_punido_com_quatro_jogos_de_suspensao_no_pernambucano_147525.php).
Quando o assunto é futebol, ninguém ganha do site: eles marcam em cima. Tudo do futebol pernambucano está presente lá.
Mas, de uns dias pra cá, o pessoal comandado por Marcelo Cavalcante tem escorregado um pouco nas malícias da língua. E uma delas é a ordem inversa da oração.
Desatando o nó
Vou diretamente aos trechos em questão: "O jogador se envolveu em uma polêmica no jogo contra o Serra
Talhada que, até então, tinha rendido apenas críticas negativas da torcida
rubro-negra ao atleta."
Quem é o sujeito deste verbo? Críticas negativas!
No singular ou plural? Plural!
E o verbo? Singular...
Outra: "No entanto o jogador deverá continuar no Recife por mais
três jogos seguidos, visto que ele ficou de fora do último duelo contra o
Ypiranga e, portanto, resta mais três jogos de suspensão."
Quem é o sujeito deste verbo? Três jogos!
No singular ou plural? Plural!
E o verbo? Singular...
Nos dois casos, era só colocar "tinham" e "restam"... Devem estar dizendo: "Ah, 'm' desgraçado..."
Eu vou mais longe: digo: "Ah, ordem inversa maldita..."
Sabem por quê? Vivemos num tempo da Lei de Murphy... No segundo parágrafo do mesmo post do Blog do Torcedor em questão, ainda vêm com essa: "Passada o mau momento"
Ah, Ordem Inversa maldita!
terça-feira, 12 de março de 2013
sexta-feira, 1 de março de 2013
Saber o porquê de tudo, não significa saber tudo, porque nós não sabemos por que nascemos... Às vezes fico me perguntando: afinal, nascemos por quê?
Emprego de por que, por quê, porque, porquê
• Por que
- Preposição por + pronome interrogativo. Emprega-se em frases interrogativas diretas ou indiretas. Equivale a por qual motivo.
Por que chegou tarde?
Explique-me por que chegou tarde.
- Preposição por + pronome relativo. Equivale a pelo qual.
Contou-me o motivo por que não veio.
• Por quê
- Preposição por + pronome interrogativo. É o mesmo "por que" anterior, só que é usado em final de frase ou antes de pausa significativa. (Observe que o "por que", assim, sem acento, vem no início ou no meio das frases)
Você chegou tarde por quê?
Não sei; não sei por quê... talvez por distração...
• Porque
Conjunção causal, explicativa ou final. Equivale a visto que, pois, para que.
Cheguei tarde porque meu carro quebrou.
• Porquê
- Substantivo. Equivale às palavras razão ou motivo.
Não sei o porquê de tanta briga.
Ela tem os seus porquês.
• Por que
- Preposição por + pronome interrogativo. Emprega-se em frases interrogativas diretas ou indiretas. Equivale a por qual motivo.
Por que chegou tarde?
Explique-me por que chegou tarde.
- Preposição por + pronome relativo. Equivale a pelo qual.
Contou-me o motivo por que não veio.
• Por quê
- Preposição por + pronome interrogativo. É o mesmo "por que" anterior, só que é usado em final de frase ou antes de pausa significativa. (Observe que o "por que", assim, sem acento, vem no início ou no meio das frases)
Você chegou tarde por quê?
Não sei; não sei por quê... talvez por distração...
• Porque
Conjunção causal, explicativa ou final. Equivale a visto que, pois, para que.
Cheguei tarde porque meu carro quebrou.
• Porquê
- Substantivo. Equivale às palavras razão ou motivo.
Não sei o porquê de tanta briga.
Ela tem os seus porquês.
Ahhhhhhhh... Mas a internet simplifica tudo... Todo esse amontoado de regras virou o pequeno e simples "PQ"!
P.S.: a pedido de Thays Galdino, ex-aluna do 9º ano!
quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013
O BEBÊ? A BEBÊ?
Frequentemente ouvimos frases do tipo "Sexta vou visitar tua bebê"; "-Teu bebê tá lindo" "-Não é um bebê; é uma bebê".
Particularmente, nunca gostei da forma feminina desta palavra. Prezo sempre pela EUFONIA (som agradável). Mas, hoje, vendo uns comentários no Facebook, resolvi mergulhar nos dicionários: de uso, etimológico e ortográfico (nos populares Aurélio e Houaiss, também).
Pasmem: eles não se entendem quando o assunto é bebê, bebê!
Vamos aos fatos
Existem três tipos de Substantivos:
Os Substantivos Biformes, que apresentam duas formas: uma para o masculino, outra para o feminino, com apenas um radical.
Ex.: menino - menina; pato - pata; prefeito - prefeita
Vamos ao nó: BEBÊ
O Vocabulário Ortográfico da Língua Portuguesa e o dicionário Houaiss dizem que a palavra bebê é substantivo "comum-de-dois". Neste caso, pode-se falar: "o bebê; a bebê".
Particularmente, nunca gostei da forma feminina desta palavra. Prezo sempre pela EUFONIA (som agradável). Mas, hoje, vendo uns comentários no Facebook, resolvi mergulhar nos dicionários: de uso, etimológico e ortográfico (nos populares Aurélio e Houaiss, também).
Pasmem: eles não se entendem quando o assunto é bebê, bebê!
Vamos aos fatos
Existem três tipos de Substantivos:
Os Substantivos Biformes, que apresentam duas formas: uma para o masculino, outra para o feminino, com apenas um radical.
Ex.: menino - menina; pato - pata; prefeito - prefeita
Os Substantivos Heterônimos, que apresentam duas formas: uma para o masculino, outra para o feminino, com radicais diferentes.
Ex.: homem - mulher; bode - cabra
Os Substantivos Uniformes, que apresentam apenas uma forma para ambos os gêneros. Classificam-se em:
- comuns-de-dois - são os que têm uma só forma para ambos os gêneros. Como saber o gênero? O artigo revela: o estudante - a estudante; o intérprete - a intérprete.
- Os sobrecomuns - são os que têm uma só forma para ambos os gêneros, inclusive o artigo que o acompanha: a criança; o apóstolo; o ídolo.
- Os epicenos - são os que têm uma só forma para ambos os gêneros de certos animais, acrescentando as palavras "macho" e "fêmea", para se distinguir o sexo do animal: a girafa; o escorpião; o tatu.
O Vocabulário Ortográfico da Língua Portuguesa e o dicionário Houaiss dizem que a palavra bebê é substantivo "comum-de-dois". Neste caso, pode-se falar: "o bebê; a bebê".
Os dicionários de Uso (Francisco da Silva Borba), Etimológico e Aurélio dizem que a palavra bebê é substantivo "sobrecomum". Neste caso, pode-se falar apenas "o bebê", tanto para MENINO, quanto para MENINA. Tem a mesma classificação de gênero da palavra criança, por exemplo. Como em frases do tipo:
-Pega tua criança pela mão. (Criança se referindo a um menino, por exemplo.)
-Teu bebê já nasceu? (Bebê se referindo a uma menina, por exemplo.)
Desatando o nó
Como eu disse no início, prezo pela EUFONIA. Acho que soa mal dizer "minha bebê", "tua bebê", "a bebê". Mas se você não concorda, não tem problema: afinal, como disse anteriormente, o Vocabulário Ortográfico da Língua Portuguesa e o dicionário Houaiss registram a forma feminina.
Podem continuar a chamar "sua bebê" e assim irritar meus ouvidos, bebê!
terça-feira, 5 de fevereiro de 2013
Observar o "português" é uma boa maneira de evitar vírus
E-mail que recebi:
Arquivo(s) em Anexo(s) : Comprovante.pdf
Desculpe a demora mas só conseguir fazer a transferência
agora.
Segue na mensagem em anexo o comprovante de transferência.
Qualquer dúvida estou a disposição.
Atenciosamente.
Pedro Rabelo
Minha Resposta
Senhor Rabelo:
Quando me mandar um
vírus, retire o "s" da palavra anexo, pois quando ela vem depois de
preposição, permanece no singular.
Verbos flexionados no
pretérito perfeito do indicativo não têm "r" no final, a forma
correta deveria ser "só consegui". (Principalmente neste caso, que o
Senhor está usando uma locução verbal, portanto apenas o segundo verbo fica no
infinitivo).
A expressão "à
disposição" (o mesmo que "ao seu dispor") vem sempre com acento
grave.
Depois do
"Atenciosamente", usa-se vírgula!
Se quiser que eu
clique no link da próxima vez, observe os erros.
Obrigado e volte
sempre!
quarta-feira, 28 de novembro de 2012
Senão x se não
Sempre que estou escrevendo no Facebook, tenho dúvidas...
Resolvi tirá-las (ou tentar) e compartilhar com vocês!
Senão X se não
A gramática nos ensina que “senão”, numa só palavra,
estabelece relação de adversidade e pode ser substituído por “caso contrário”,
“a não ser”, “mas” e “mas sim”. Exemplos:
1. Ande logo, senão (= caso contrário) chegaremos tarde.
2. Não fiz isso para irritá-lo, senão (= mas) para
motivá-lo.
3. Não víamos na época outra opção, senão (= a não ser)
utilizar o viaduto.
“Senão” pode ser também substantivo, caso em que significa
“defeito”, “falha”. Exemplos:
1. Não há um senão naquele bolo.
2. Seus muitos senões atrapalham-no.
A forma em duas palavras, “se não”, estabelece relação de
condição e equivale a “caso não” e “quando não”. Exemplos:
1. Se não chover (= caso não chova), irei ao bar.
2. Vamos vacinar 90% das crianças, se não (= quando não)
todas.
3. Se não (caso não) fosse ele, esta região seria muito
pobre.
4. O que seria a ficção se não (caso não fosse) a realidade
com sentimento de culpa?
Espero ter contribuído... E vou parar por aqui, senão essa
conversa vai até amanhã de manhã!
sexta-feira, 2 de novembro de 2012
Mancha Verde - Uso do Particípio
Há um imbróglio no Campeonato Brasileiro da Série A, envolvendo os poderosos Internacional - RS e Palmeiras - SP.
O clube paulista pede a anulação da partida, por causa da decisão do árbitro de anular um gol com a mão do atacante argentino Barcos, do próprio reclamante.
O Palmeiras alega que o juiz consultou o pessoal da TV para ter certeza de que o gol foi mesmo com a mão, ou não. E pelo regulamento oficial da FIFA, não se pode alterar uma decisão de jogo, baseado em qualquer artefato tecnológico...
Por incrível que pareça, isso não é importante...
Importante mesmo, e quase inacreditável, foi a reportagem do jornal Diario de Pernambuco, de quinta-feira (01.11.2012), com o título MANCHA VERDE, uma matéria muito boa, e detalhada, sobre essa polêmica do Campeonato Brasileiro.
No segundo tópico, com o subtítulo "A alegação do Palmeiras", nas últimas linhas, o repórter solta essa: "Há ainda a possibilidade de utilizar o relato de uma repórter que teria confirmado que o gol havia sido marco mesmo com a mão"
Na Gramática da Língua Portuguesa, temos dois tipos de particípio: o regular e o irregular. Nem todos os verbos gozam do prazer de possuir os dois. A maioria dos verbos só tem um.
Vejamos alguns exemplos:
O árbitro tinha aceitado o gol, mas depois o gol não foi aceito.
O povo tinha elegido o candidato. Ele ficou feliz por ter sido eleito.
Percebeu? Com os verbos ter e haver, usa-se o particípio regular (aquele terminado com as desinências -ado e -ido). Já com os verbos ser e estar, usa-se o particípio irregular ( como o nome sugere, não está marcado por uma desinência, mas diferentes desinências).
O verbo marcar, usado absurdamente no texto, não possui particípio irregular, portanto deveria ser escrito em sua forma regular, assim: "... que o gol havia sido marcado mesmo com a mão."
E se você pensa que só acontece com o coitado do repórter do Diario de Pernambuco, cuidado: muitos mortais caem nesta armadilha... Já ouvi muita gente dizer que "tinha chego" ou que "tinha compro"...
Já sobre o Palmeiras, essa mãozinha indecente do Barcos não vai dar em nada... Vamos lá, Verdão, rumo à série B.
O clube paulista pede a anulação da partida, por causa da decisão do árbitro de anular um gol com a mão do atacante argentino Barcos, do próprio reclamante.
O Palmeiras alega que o juiz consultou o pessoal da TV para ter certeza de que o gol foi mesmo com a mão, ou não. E pelo regulamento oficial da FIFA, não se pode alterar uma decisão de jogo, baseado em qualquer artefato tecnológico...
Por incrível que pareça, isso não é importante...
Importante mesmo, e quase inacreditável, foi a reportagem do jornal Diario de Pernambuco, de quinta-feira (01.11.2012), com o título MANCHA VERDE, uma matéria muito boa, e detalhada, sobre essa polêmica do Campeonato Brasileiro.
No segundo tópico, com o subtítulo "A alegação do Palmeiras", nas últimas linhas, o repórter solta essa: "Há ainda a possibilidade de utilizar o relato de uma repórter que teria confirmado que o gol havia sido marco mesmo com a mão"
Na Gramática da Língua Portuguesa, temos dois tipos de particípio: o regular e o irregular. Nem todos os verbos gozam do prazer de possuir os dois. A maioria dos verbos só tem um.
Vejamos alguns exemplos:
O árbitro tinha aceitado o gol, mas depois o gol não foi aceito.
O povo tinha elegido o candidato. Ele ficou feliz por ter sido eleito.
Percebeu? Com os verbos ter e haver, usa-se o particípio regular (aquele terminado com as desinências -ado e -ido). Já com os verbos ser e estar, usa-se o particípio irregular ( como o nome sugere, não está marcado por uma desinência, mas diferentes desinências).
O verbo marcar, usado absurdamente no texto, não possui particípio irregular, portanto deveria ser escrito em sua forma regular, assim: "... que o gol havia sido marcado mesmo com a mão."
E se você pensa que só acontece com o coitado do repórter do Diario de Pernambuco, cuidado: muitos mortais caem nesta armadilha... Já ouvi muita gente dizer que "tinha chego" ou que "tinha compro"...
Já sobre o Palmeiras, essa mãozinha indecente do Barcos não vai dar em nada... Vamos lá, Verdão, rumo à série B.
sábado, 9 de junho de 2012
Escrito e Inscrito
Essa é do globoesporte.com (ver matéria completa no endereço: http://globoesporte.globo.com/pe/noticia/2012/06/sport-confirma-interesse-em-dois-jogadores-do-corinthians.html).
Faz tempo que eu vejo vários deslizes na página inicial do globoesporte.com/pe. Já avisei um monte de vezes ao pessoal da edição pra galera prestar mais atenção.
O objetivo aqui não menosprezar ou denegrir a imagem do site, que é o melhor do Estado, junto com o Blog do Torcedor, quando o assunto é futebol. Mas pedir um pouco de respeito aos leitores.
Sabemos que a mídia escrita, principalmente na web, precisa de rapidez, para que seus leitores fiquem informados o mais rápido possível. Mas sabemos também que QUALIDADE é essencial... Pelo menos para mim. Principalmente quando sei que a empresa responsável pelas informações é a mais respeitada do país, e uma das maiores do mundo.
Vamos ao texto em questão
Na linha 2 do segundo parágrafo, achei essa pérola: "O diretor adjunto de futebol corintiano, Duilio Monteiro Alves, não descarta negociá-los com o Leão, podem só depois da Libertadores." Tudo bem... O digitador trocou o "r" pelo "d"? Não foi só isso... Se fosse isso ele escreveria "podém". Ele trocou o verbo pela conjunção mesmo!
Mas o motivo desta minha publicação não foi o citado acima, mas o que está ESCRITO na penúltima linha: " Com a camisa do Corinthians, o atleta marcou apenas um gol e mesmo escrito na Libertadores ainda não foi utilizado na competição."
É que o verbo mudou o sentido do texto. Ao usar o verbo ESCRITO, no lugar de INSCRITO, o repórter disse que o atleta está na lista do clube paulista para disputar a Libertadores (ou seja, tem seu nome ESCRITO lá). Mas em momento algum ele diz que o atleta está em condições legais de disputá-la (INSCRITO). E sendo assim, poderia ser liberado para o SPORT!
É amigo, eu sei que não é muito bom ser corrigido, mas respeito é bom e eu gosto!
Vamos ao texto em questão
Na linha 2 do segundo parágrafo, achei essa pérola: "O diretor adjunto de futebol corintiano, Duilio Monteiro Alves, não descarta negociá-los com o Leão, podem só depois da Libertadores." Tudo bem... O digitador trocou o "r" pelo "d"? Não foi só isso... Se fosse isso ele escreveria "podém". Ele trocou o verbo pela conjunção mesmo!
Mas o motivo desta minha publicação não foi o citado acima, mas o que está ESCRITO na penúltima linha: " Com a camisa do Corinthians, o atleta marcou apenas um gol e mesmo escrito na Libertadores ainda não foi utilizado na competição."
É que o verbo mudou o sentido do texto. Ao usar o verbo ESCRITO, no lugar de INSCRITO, o repórter disse que o atleta está na lista do clube paulista para disputar a Libertadores (ou seja, tem seu nome ESCRITO lá). Mas em momento algum ele diz que o atleta está em condições legais de disputá-la (INSCRITO). E sendo assim, poderia ser liberado para o SPORT!
É amigo, eu sei que não é muito bom ser corrigido, mas respeito é bom e eu gosto!
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