segunda-feira, 28 de abril de 2014

Roteiro de Esquetes

Oficina de Textos: Roteiro de Esquetes
Objetivos 
Geral:
  •          Produzir textos coletivos, a partir de troca de ideias, tendo como base nos roteiros de vídeos cômicos da internet.
Específicos:
  •        Analisar o processo de criação dos vídeos dos canais de humor do Youtube, tais como, Parafernalha, Porta dos Fundos, etc; 
  •     Perceber a intencionalidade do conteúdo veiculado pelos vídeos assistidos;
  •          Observar a relação do conteúdo com situações concretas do convívio social;
  •         Criar esquetes em grupos, simulando como funciona uma equipe criativa;
  •          Discutir as tendências atuais, os limites do humor e o “politicamente correto” na televisão e na internet de hoje;
  •          Escrever esquetes, obedecendo às regras de formato textual que esse gênero exige;
  •          Produzir vídeos a partir dos textos escritos, obedecendo à fidedignidade do roteiro original (sem improvisos);
  •          Expor os vídeos produzidos em seminários.

Conteúdos Trabalhados:

  •     Variações linguísticas;
  •     Leitura e interpretação de textos teatrais escritos;
  •     Leitura e interpretação de textos teatrais orais;
  •     Produção de textos coletivos;
  •    Análise de discursos;
  •    Oralidade e representação.

Série
3ª Série do Ensino Médio. 

Tempo estimado 
10 aulas. 

Material necessário 
- Livro Porta dos Fundos;
- Notebook;
- Data Show;
- Som;
- Câmera fotográfica, filmadora ou celular;
- Tablet.


Desenvolvimento 

1ª etapa
Será feita uma sondagem à classe, sobre quem assiste aos vídeos na internet ou que já viu, na TV, algum programa de humor, elaborado a partir de esquetes, como o “Zorra Total”, “A Praça É Nossa”, “Divertics” ou outros do gênero.  Independentemente das respostas, serão levados e mostrados aos alunos alguns vídeos nesse formato.
2ª etapa
Será mostrado à turma um roteiro de um esquete do canal Porta dos Fundos, presente no livro de mesmo nome; depois será mostrado o vídeo a partir do esquete lida.
3ª etapa
Haverá debates a partir do que foi lido no roteiro e do que foi visto no vídeo.
4ª etapa
O professor produzirá um esquete junto com os alunos, para exemplificar o processo de criação. 


5ª etapa
Os alunos serão divididos em grupo e serão orientados a produzir os roteiros coletivamente.
6ª etapa
Os alunos produzirão os vídeos a partir dos roteiros e os apresentarão à classe.

Produto final 
- Roteiros originais de esquetes;

- Vídeos produzidos a partir dos roteiros.

Avaliação 
Será feita uma análise dos textos produzidos e dos vídeos criados, tendo como base a relação fiel de ambos, observando o cumprimento de sequência textual encenada no vídeo e, principalmente, a originalidade. Outra análise a ser feita é se os autores conseguem fazer com que o público alcance o pensamento de sua intencionalidade, ou seja, se o objetivo do texto, e consequentemente do vídeo, foi atingido. Ressaltando que essa intencionalidade tenha a ver com situações concretas, baseadas no convívio social.


Link do roteiro de "Na Lata": http://1drv.ms/1mQDmoE

terça-feira, 18 de março de 2014

Revisão - Análise Sintática do Período Simples

Frase, Oração e Período

Frase - é todo enunciado linguístico capaz de transmitir uma ideia.
Oração - é todo conjunto linguístico que se estrutura em torno de um verbo ou locução verbal.

Período - é um enunciado linguístico com sentido completo, formado por uma ou mais orações. Na escrita, ele é marcado por letra maiúscula no início e ponto-final, de exclamação ou de interrogação no fim.

EXEMPLOS

Que pena!
Cuidado!
Muito obrigado, minha senhora!
Nevou.

Depois de muito tempo, hoje eu descobri



Baixe o slide no link:

http://1drv.ms/Ouzduj

domingo, 16 de março de 2014

A Palavra, o Pensamento e o Texto

Muitas pessoas costumam dizer que têm ideias, mas não conseguem passá-las para o papel. Uma das razões para isso é o fato de que o pensamento humano não é e nunca será absolutamente exato. Até a expressão 2 + 2 = 4 é passível de discussão. Temos a capacidade de questionar e podemos repensar, refazer, reestruturar e aperfeiçoar nossas ideias. Mas às vezes temos dificuldades para expressá-las, porque:
• Não amadurecemos nossas ideias suficientemente.
• Não temos as informações e os dados necessários para desenvolver nossas ideias.
• Não estamos explorando toda a nossa capacidade de pensar. 


Clica para continuar lendo:


http://1drv.ms/1kyfGnL

quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014

Introdução ao Estudo de Gramática



Quer saber por que é importante estudar Gramática Normativa? Quais as suas divisões? De que se ocupa cada divisão?

-Baixe o arquivo, a partir do link, para ter acesso a essas e outras informações.


http://1drv.ms/1gD6TxA

sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014

Aviso aos meus alunos

A partir de hoje, os links dos conteúdos apresentados em sala de aula estarão disponíveis apenas no meu blog. (Este aqui.)

Para começar, aqui vão os links da aula sobre Variações Linguísticas:


http://www.4shared.com/office/cpRLvXNsce/Variaes_Lingusticas.html


https://onedrive.live.com/redir?resid=60C14C14B0732B64%21389


https://drive.google.com/file/d/0B_wCtYnwXzAXZVJtVDZ3Z05fSlE/edit?usp=sharing


Lembrando que basta acessar apenas um link para fazer o download do conteúdo!


Obrigado e voltem sempre!

quarta-feira, 30 de outubro de 2013

Apoi, viu?

Divagações sobre a famigerada expressão que invadiu as bocas dos jovens (principalmente "das" jovens) de nossa região (principalmente Tamandaré-PE)


Conta-se que há muito tempo, num país de nome ignorável, no interior da África, um macaco, sem ter instruções de ninguém, de repente, pegou uma banana e, antes de comê-la, descascou... Daquele dia em diante, todas as vezes que aquele animal ia comer aquela fruta, retirava as cascas. Os outros mamíferos da mesma espécie, imitando o primeiro, resolveram também sempre comer as bananas retirando as cascas, e depois, todos os macacos da África estavam comendo bananas descascadas.

Na mesma época, no Brasil, especificamente no estado do Pará, um macaco, sem ter contato algum com aqueles outros da África, resolveu retirar as cascas de uma banana antes de comê-la. Daí em diante, todas as vezes retirava as cascas dessa fruta antes de comê-la.  E assim como na África, os outros irmão de espécie o imitaram, e hoje todos os macacos do Brasil sempre descascam as bananas antes de comerem-nas.

Aliás, hoje, todos os macacos do mundo comem bananas descascadas. Por causa de algum, em seu meio, que resolveu retirar as vestes da fruta em algum momento da história... Mesmo não tendo qualquer contato com os macacos do Brasil ou da África.

Fenômeno idêntico está acontecendo com a expressão "apoi, viu?". Uma espécie de muleta linguística que funciona como exemplo de linguagem fática, pois só serve para testar o canal de comunicação entre os interlocutores.
Os jovens não se viram... Não combinaram usá-la... Mas virou mania entre todos... Conhecidos e desconhecidos... Dos que estavam perto... Dos que estão distantes! A moda agora é o "apoi, viu?"
Não vou dizer que é feia ou bonita, porque se por um lado esse tipo de linguagem é gostoso de se ouvir, pois é bem típico do nosso "pernambuquês", por outro se torna irritante mediante a constância de repetições pelas pessoas que as usam... 
Em todo final de frase, aparece um sonoro "apoi, viu".


O que significa essa expressão?


Ela deriva do "apoi..." (variação de 'pois', que virou 'apois', que virou "apois pronto" ) meio esquecido. Tem um significado aproximado de "duvido", que pode ser substituído por "sei não, viu?" (esse viu no final tem o mesmo sentido de ouviu). Também "E eu num sei..." "Tô sabendo..." "É nada?" ou o antigo "Du-vi-d-o-do". Uma forma de não mostrar muita crença naquilo que se está ouvindo no momento... É isso!

Se você gosta da expressão, continue usando e irritando os meus ouvidos...

Se não gosta, fique calmo... Assim como outros modismos linguísticos, esse passa...

E EU NÃO VEJO A HORA! 




A pedido de Amanda Caroline, 2º "A" - EREM de Tamandaré.

quinta-feira, 18 de julho de 2013

#FATO!

Queres inventar neologismos?
Escreve direito...

As palavras derivadas com o sufixo -aço podem apresentar muitos significados, como o de aumentativo, de golpe, de intensidade, ação, melhorativo e pejorativo.
A linguagem do futebol, por exemplo, usa muito esse sufixo:

Ex.: goleiraço, golaço...

Ele também aparece em palavras de uso cotidiano que, por conta da naturalidade do uso, não percebemos a presença do sufixo. Exemplos?

inchaço, estilhaço, espinhaço...

Ocorre que, no FACEBOOK, as pessoas empregam-no com o objetivo de aumentar o valor semântico do substantivo FATO. Só que muitas pessoas escrevem com SS... Não sei se os dicionários registram, mas se há uma possibilidade na língua, de agregar afixos às palavras primitivas, escreve-se com Ç.

Neste caso: FATAÇO 

E nunca (jamais): FATASSO 

E segue a vida, com teus neologismos...